Na linguagem varejista, ruptura de gôndola é quando um cliente vai até a loja comprar um produto e ele não está na gôndola, disponível para a venda.  As vendas perdidas por falta de um produto dependem da atitude do consumidor diante da gôndola vazia, ele pode decidir por um produto similar ou acabar desistindo de toda a compra.

Um dos piores cenários no varejo é a presença de rupturas nas gôndolas, pois fatalmente causa desconforto para o cliente, pode quebrar o relacionamento/fidelidade com marca e loja e muitas vezes resultar na perda da venda para o varejista.

As chamadas rupturas em ponto de vendas geram a insatisfação do shopper (pessoa que realiza a compra) e também trazem prejuízos de grande impacto para o varejo.

Veja 7 dicas para evitar a ruptura no ponto de venda:

  1. Verificar o cadastro dos produtos e qual é o estoque de segurança de cada um. Existe uma regra que pode ajudar: 80/20. Consiste em ver os itens que são responsáveis por 80% do faturamento e dar atenção especial a eles; considerando 20% a mais desses produtos no estoque.

 

  1. Identificar, através do relatório de auditoria de ponto de venda, quais itens foram encontrados no estoque e não estavam expostos na gôndola, quanto tempo este produto não estava disponível e quanto o setor deixou de faturar pela falha. Essa tarefa se torna muito mais falha quanto feita manualmente. Opte por um software de gestão de tarefa que possa de forma automática, lhe mostrar os índices de ruptura na loja. Economize tempo e reduza falhas.

 

  1. Estoque virtual ou sistêmico. Faça inventários rotativos e periódicos nos itens de maior giro, alto risco e também nos que foram identificados na auditoria de ponto de venda. Um dos grandes vilões da ruptura é, sem dúvida, o estoque virtual, impedindo que o sistema dispare um novo pedido. Tenha cuidado para não realizar inventário e esquecer de analisar. Essa é outra tarefa que se torna muito mais difícil quando realizada com papel e caneta por um operador de loja. Realizar inventário através de software especializado, permite maior acuracidade e melhor visibilidade para uma rápida e precisa analise.

 

  1. Recebimento de mercadorias, conferentes e encarregados preparados. Todos os funcionários devem ser bem treinados e todo o processo bem auditado. Este setor deverá garantir a não conformidade entre pedido de compras e entrada de mercadorias. Conte com a tecnologia para tornar essa etapa muito mais confiável. Com um coletor de dados em mãos e o software correto, o recebimento de mercadorias se torna uma atividade precisa e pode ser realizada até 3 vezes mais rápida.

 

  1. Atenção à Frente de Caixa. Tome cuidado com a inversão de códigos que prejudica, principalmente, o varejo supermercadista e material de construção. Ambos têm muitos códigos internos e dependem da expertise de seu colaborador. Uma falha neste processo irá gerar distorções no estoque que irão atrapalhar todas as demais etapas do processo.

 

  1. Prevenir furtos internos e externos com auxílio do atendimento preventivo, tecnologias como CFTV e Proteção Eletrônica de Produtos, monitoramento de operações de caixa e outras ajudam a manter a segurança na loja e evitar mais essa dor de cabeça para o varejista.

 

  1. Controlar as atividades dos promotores de vendas que têm em seu escopo de trabalho garantir uma boa exposição dos produtos, realizar o PVPS (Primeiro a Vencer, Primeiro a Sair) e informar caso exista possibilidade de ruptura. Treinar os colaboradores é uma necessidade para manter a loja organizada e funcionando corretamente. Invista tempo em seus funcionários.

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  • Mantém estoques de acordo com mix da loja;
  • Verifica produtos que estão a vencer;
  • Reduz o tempo de reposição por meio do controle dos processos e roteirização;
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